O Diário de Miranda – Docinho 3

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Por:Tatiana Amaral
Docinhos | O Diário de Miranda

29

out 2017

Corri minhas mãos pelo seu peitoral, arranhando a camisa para logo em seguida puxá-la. Não encontrei resistência e assim retirei a peça rapidamente. Ele tinha um corpo lindo, peitoral bem trabalhado, pelos aparados e bem cuidados, eu podia sentir tocando os fios finos e pequenos. Seu perfume estava ali também e era uma delícia. Automaticamente lembrei de quando senti aquele cheiro a primeira vez.

Não seria necessário me conter, eu o tinha em minhas mãos, para fazer o que bem quisesse e tal constatação me agradava demasiadamente. Por isso aguardei até que se fartasse dos meus seios e assim que senti suas mãos ficarem menos urgentes, levei meus lábios ao seu peitoral e iniciei uma provocante descida cheia de beijos e arranhões, já prometendo enlouquecê-lo.

Eu só esperava que não fosse demais para o menino. Ainda precisava dele em riste para realizar o meu desejo de tê-lo dentro de mim.

Quando abri o cinto e passei minha mão para dentro da sua cueca eu soube que aquele páreo estava ganho para mim. A lubrificação já indicava que ele não esperaria muito, como se seus gemidos, suas mãos afoitas e sua respiração não fossem indícios suficientes para me convencer de tal fato.

Sorri me sentindo em êxtase. Eu adorava ganhar. Amava ganhar. Era como um “up” na vibração quase orgástica que se apossava do meu corpo quando eu estava no comando.”

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Salvador, Bahia. Brasil

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