FLIP 2017

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Por:Tatiana Amaral
Sem categoria

03

ago 2017

Oi, amores!
Vixe! Desta vez demorei mesmo para conseguir voltar aqui, não foi? Mas sempre é por uma boa causa. Estou escrevendo muito e preparando lindos eventos para estar com vocês.
Hoje eu estou aqui para contar sobre a minha primeira participação na FLIP – Feira Literária Internacional de Paraty. Primeiro de tudo vou dizer que amei Paraty apesar de não ter conseguido turistar.
Vamos ao meu relato:
Cheguei na cidade no dia 29 de julho de 2017 (vale ressaltar rsrsrsrs), já no final do dia, afinal de contas precisei enfrentar duas horas de voo, alguns minutos de táxi do aeroporto até a rodoviária e mais cinco horas de estrada até conseguir chegar em Paraty. Apesar de cansada preferi deixar as coisas no hotel e correr para a Flip, pois estava ansiosa demais para saber como funcionava tudo por lá. A feira acontece no centro histórico da cidade, o que dá um charme todo especial ao evento e a cidade inteirinha se prepara para deixar tudo ainda mias mágico. Juntando as construções históricas, o chão de pedra (por favor, nunca usem saltos quando forem para a FLIP), as casas repletas de eventos, com música, poesia, conversas interessantíssimas, ainda temos uma praça preparada com um atenda imensa e muitas luzes e cores que deixam qualquer um apaixonado.
Como não precisei trabalhar no primeiro dia fui me encontrar com alguns amigos, como a JC Ponzi e a Cátia Mourão, grandes escritoras, que também estavam por lá, aproveitar a culinária, que super recomendo, pois o atendimento é de primeira apesar dos ambientes lotados, e visitar as casas de artesanatos, porque sou apaixonada mesmo. Também tive tempo de ficar bisbilhotando um evento ou outro, aproveitando para conhecer figuras importantes do nosso meio literário.
Vale contar que Paraty nesta época do ano faz um calor gostoso pela tarde e um frio terrível à noite, então eu me sentia em Curitiba, congelando até os ossos rsrsrsrsrsrs mas foi gostoso demais.
No domingo, dia 30 de julho, eu trabalhei. Fui muito bem recebida na Casa da Cássia, que fez questão de receber diversos encontros culturais e atendeu o pessoal da Amazon para os seus eventos, além de disponibilizar salgadinhos e uma cervejinha, porque ninguém é de ferro rsrsrsrsrs. Eu amei! Acompanhei o bate-papo de autores que eu não conhecia, mas que amei conhecer e acabei comprando os seus livros (sou dessas), encontrei leitores queridos que fizeram questão de ir lá me dar um abraço e tirar fotos, conversei muito com uma galerinha que está iniciando neste mundo louco que é escrever um livro e saí de lá com a sensação de dever cumprido, além de estar com a alma leve, afinal de contas, eu estava na FLIP.
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Que autor nunca sonhou com isso?
No dia 31 de julho foi um pouco mais complicado. A FLIP acabou, a cidade estava se despedindo dos queridos amigos que prestigiaram a feira e a volta para casa simplesmente virou um caos rsrsrsrrsrs na minha inocência, comprei passagens de ônibus e avião com um intervalo que julguei ser o suficiente, mas não contei com os atrasos que com certezas era prováveis e assim começou a minha saga para não perder o voo.
Resumindo a história, deixei o ônibus no meio da estrada, peguei um Uber e consegui chegar no aeroporto faltando alguns minutos para fechar o voo, mas eu embarquei e voltei linda e salva para Salvador e para os meus pimpolhos, porque a mamãe trabalha muito, mas morre de saudade da bagunça das crianças.
O que ficou além da imensa alegria de ter participado de uma feira tão importante como a FLIP, foi a certeza de que Paraty merece ser cenário de um livro meu. Amei demais este lugar! Pretendo voltar em breve, passar vários dias e não ficar maluca para não perder o voo rsrsrsrsrsrrssr.
Então é isso, amores!
Em breve eu volto com mais alguns relatos.
Beijos

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Salvador, Bahia. Brasil

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